Diabetes e Amputação de membros

Você sabia que a cada 30 segundos uma amputação ocorre no mundo como consequência do diabetes?

 

A glicose alta no sangue pode causar danos aos nervos em todo o corpo.

A neuropatia é uma complicação frequente do diabetes. Os danos nos nervos podem ser bastante significativos e permitir que as lesões passem desapercebidas, levando à ulceração, infecções graves e, em alguns casos, amputações.

A neuropatia diabética é um comprometimento das atividades normais dos nervos em todo o corpo e pode alterar as funções autonômicas, motoras e sensoriais.

A neuropatia periférica é a forma mais comum de neuropatia diabética, afetando os nervos externos dos membros, particularmente os dos pés. Altera principalmente a função sensorial, causando sensações anormais, formigamento e dormência progressiva que facilitam o desenvolvimento de feridas e úlceras (pé diabético).

O pé diabético é uma das complicações mais comuns, caras e graves do diabetes. A amputação em pessoas com diabetes é 10 a 20 vezes mais comum do que em pessoas sem diabetes e estima-se que a cada 30 segundos um membro inferior ou parte de um membro inferior é perdido em algum lugar do mundo como consequência do diabetes.

O pé diabético pode resultar em um importante ônus econômico, social e de saúde pública; especialmente se não houver um programa educacional apropriado, cuidados com a higienização e calçados adequados.

Saiba mais no site da federação (IDF). Faça seu cadastro em nossa Newsleter e receba mais informações sobre o assunto por e-mail. 

A ANS PHARMA e a QuantiFarma estão trabalhando no desenvolvimento de produtos que melhorem a qualidade de vida de pessoas com diabetes. Um de nossos produtos em destaque é uma preparação farmacêutica para tratamento e um dermocosmético que ajuda na prevenção do ressacamento da pele, xeroses e outras alterações da pele que levam ao aparecimento de ulceras/feridas em pessoas que vivem com o diabetes.

  1. Federação Internacional de Diabetes. IDF Diabetes Atlas, 8º ed. Bruxelas, Bélgica: Federação Internacional de Diabetes, 2017.
  2. Recomendações do IDF

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima

Cadastre seu e-mail para receber noticias e novidades.